
Via Cruzis Vermelhis
Acordo cedo só pra ficar um tempo a mais olhando pro forro. Sonho a tarde. Manhã de chimarrão, parte do ritual para as visitas no

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O movimento fluía. Pandemia. Pára! Pára tudo. E então… 2 anos sem caminhar pelas alas dos hospitais. Agora retornamos, devagar e divagando cada passo. É

O dia estava atribulado. Lembrou-se com certo susto, entre pendências digitais, que naquele dia iria para o hospital. Não, não porque estivesse doente. Iria a

Entrei no hospital com uma sensação de familiaridade distante. Estranho. Não sei ao certo se aquela enfermeira que sempre passava no corredor e a gente

Cheiro de caderno novo, borracha sem uso, plástico para encadernar tudo, mochila recém comprada, uniforme brilhante, tênis sem ser batizado. Tudo novinho para voltar às

É volta! É retorno! É lugar de (re)encontro! Volver a atenção ao presencial! O encontro estava acontecendo de modo virtual, porém outras frestas se (re)abriram

Continuar usando máscaras PFF 2 pois elas salvam vidas. Subir o Monte Everest Comprar uma piscina de mil litros Tomar a 3ª dose da vacina

Um dia foi tirado de nós Um dia não, um feriado Um feriado não, um feriadão de sexta a quarta feira Ah saudade de um

Alma alta, ama arte. Brinca bobo, bocó à beça. Cala calma, colhe coisa. Dia a dia, de dar dó. Esse espelho, eu enxergo. Faz frente,

A grama cresceu. é, a grama cresceu. Como dizem por aí: Não importa o que passou, A grama cresceu. Não adianta chorar sobre a grama