
A voz da porta
Manhã de quinta-feira. Fazia Sol. Menos no Japão. No Japão fazia Lua. Não vem ao caso. No Hospital de Clínicas fazia Sol. E era lá

Manhã de quinta-feira. Fazia Sol. Menos no Japão. No Japão fazia Lua. Não vem ao caso. No Hospital de Clínicas fazia Sol. E era lá

A senhora fala, assim que entramos no quarto, da cantoria que ouviu deitada na sua cama e se pergunta debochada quem será que estava cantando

Sempre convivi com o estigma da mão gelada. Logo após a estupefata constatação – “Nooooossaaaaaaa! Que mão friaaaaaaa!” – aparecem as teorias.Tem a clássica:“Ah! Mão

Dentre tantas coisas que tem surgido durante a quarentena, uma das mais presentes é a saudade… mas não a saudade do que eu tinha: poder