
Onde guardamos nossos encontros do hospital?
Seguramos as mãos num carinho infinito. Mergulhei no seu olhar e entrei num universo sereno e calmo. Um pouco cansado, mas tão generoso, lindo e

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Oi pandemiaEi! Não era isso que eu queria escrever!Queria escrever “Oi pandemia”Nãoooo! Gente! Não escrevi isso!Estava começando o texto com “Oi pandemia”Nãããããão!!! O que é

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01. Tão perto, mas tão longe.Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe.Antes só do que mal acompanhado.Uma andorinha só não

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Sempre convivi com o estigma da mão gelada. Logo após a estupefata constatação – “Nooooossaaaaaaa! Que mão friaaaaaaa!” – aparecem as teorias.Tem a clássica:“Ah! Mão