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Segunda-feira

9h30 às 12h
Hospital Evangélico

14h30 às 17h
Hospital Pequeno Príncipe

Terça-feira

9h30 às 12h
Hospital Erasto Gaertner

14h30 às 17h
Hospital Cruz Vermelha

Quinta-feira

9h30 às 12h
Hospital de Clínicas da UFPR

NOSSOS PALHAÇOS
Nossos palhaços por eles mesmos

Abel

Mais forte que uma lesma ensaboada, mais inteligente que um siri na esteira e tão lindo como o Bred Pizza, ele é… o Abel!

Bonito

Palhaço de andança Que se emociona e ri Faz da vida sua dança Estou aqui para servir

Carmela

em viagem
à cavalo, com bife vivo e ovo estrelado-
no que também não sou, sendo
carmela ca cami adelir Adoniran

Fúcsia

É cor e flor, é Fusca e Fuchs, é Fucsina e Fucsita….Ela é Fuzuê, ela é uma Fucsiááá.

Ipsis Literis

… sendo e vivendo os personagens escritos dentro de mim. Em defesa do direito de ser aquilo que soul. Formalmente livre ser o ser… o sujeito o verbo que se conjuga em qualquer tempo e pessoa.

Iva Lourença

Atleta Olímpica de Nada Sincronizado
Arremesso de Leve
Marcha Atlética ao Infinito
E Revezamento de Si Só.

Lourdes

O Lourdes é que nem pum: mesmo que se esforce pra ser discreto, nunca passa despercebido.

Pelúcia

Pelúcia, um palhaço fofinho.

Siriema

Meu pai é um Siri.

Minha mãe uma Ema.

Solara

SOL Sustenido. LÁ Bemol. RÁ Tim Bum.
Como as notas musicais, mas um pouco desafinada. À procura do Tom, em um castelo com-sem-ti-DÓ.

Tropo

Divagar e sempre.

Quem é a Trupe?

A Trupe da Saúde atua desde o ano 2000 levando as artes do palhaço e do improviso a cinco hospitais de Curitiba. O projeto conta com uma equipe de palhaços profissionais que, por meio de jogos e da interação com pacientes, acompanhantes e profissionais dos hospitais, busca provocar uma transformação no ambiente hospitalar. Os resultados apontam para uma mudança no ânimo do paciente, para a transição do comportamento passivo para o ativo, melhor aceitação de procedimentos e exames, maior colaboração com a equipe médica e enfermagem, recuperação mais rápida, melhor relacionamento entre médico e familiares, entre muitos outros benefícios.

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  • MÚSICA PRA QUE TE QUERO?! 06/12/2017

    Ai ai, HC… Cantar-te-ei! Vou para além das suas incontáveis janelas. Nossas vozes tortas sobem em direção ao céu azul e são ouvidas pra lá do 10º andar. Meu coração se arrepia. Um coral do HSBC ao contrário: as saudações vêm das janelas e as vozes da calçada. E como crescem essas v O Z […]

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  • FIGURINOS 05/12/2017

    Neste último mês troquei de figurino. Troquei de ambiente de trabalho. Fui fazer uma visita para conversar com um paciente. Não pude entrar no local, nem me aproximar do paciente, não havia placas de prevenção de contato, uso de máscara ou avental, apesar do cheiro horrível e de que com certeza tratava-se de um lugar […]

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  • VAMOS CONVERSAR? 04/12/2017

    Tem dias que não é lá muito fácil chegar no hospital. às vezes em lugar nenhum. a vontade que aparece é a de estar em um lugar “nada”. Só pra ser nada junto também. Mas isso ainda é muito difícil porque vivemos juntos, juntas, e de fato é muita gente é muita coisa que acontece, […]

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DEPOIMENTOS
Algumas palavras carinhosas de nossos pacientes
  • Olá!

    Sou a Anne, mãe do Henrique Nordi, como ficou conhecido na UTI cardio do Hospital Pequeno Príncipe. Nosso período por lá foi de outubro de 2011 a abril de 2013. Vários internamentos na UTI e alguns no quarto. Passou por 3 cirurgias cardíacas, a última foi para desfazer as outras duas porque, infelizmente, ele não se adaptou. Um derrame pleural insistente e sem causa descoberta o fez precisar de drenos e vários procedimentos por 1 ano.

    Bem, sem melhoras, ficando cada vez mais abatido e já sem veias para receber medicação, talco aplicado no pulmão para reter o derrame pleural,  vítima de AVC, convulsões, devido à frequente baixa na oxigenação, desfizeram as duas cirurgias e, como quebra galho, colocaram um tubinho em seu coração para que possa enfrentar um transplante o mais pra frente possível porém, ele tem até os 30 anos para isso, pois é o prazo de validade do coração dele na atual situação.

    Esse foi um breve resumo apenas para entender o que fazíamos ali no PP e como conheci a Trupe…rs

    *******************

    E em fevereiro de 2013, eu estava na recepção aguardando a liberação da visita para a UTI cardio do Hospital Pequeno Príncipe. Coração angustiado, imaginando como meu pequeno Henrique (1 ano na época) deveria estar naquela tarde. Seu estado era crítico já há alguns dias, a recuperação da última cirurgia estava lenta demais. Foi quando avistei o Ipsis Literis adentrando o salão com aquele colorido discreto (rs) e postura serena. Neste momento percebi que eu estava sentindo falta da Trupe, acredita????rs Meu coração esqueceu da angústia e correu cobrar satisfação dele sobre onde estavam aquele tempo todo que não os via há algum tempo!!!rsrsrs (depois soube que dão uma pausa todo mês de janeiro) Prontamente ele respondeu: Estávamos lhe procurando! E eu: Puxa, não saio daqui desde o ano passado!! E ele: Nossa, fomos lhe procurar lá em Fortaleza! Se eu soubesse que estava aqui antes… rsrsrs

    O que aconteceu então? A energia mudou, meu foco se alterou, me acalmei por alguns instantes e meu coração se aqueceu! E me dei conta de que não poderia ficar sem essa Trupe passeando por ali! Que eles faziam a diferença para mim! Sempre os via de longe e ficava observando a luz que vinha junto. Parece bobagem, né? Mas a vida dentro de um hospital não é fácil para ninguém. Nem para pacientes, nem para familiares e nem para os colaboradores. E a Trupe traz leveza a todos ali de forma muito respeitosa e feliz! Obrigada por esse trabalho lindo! Obrigada por me ajudarem a chegar em meu neném com a alma mais suave e ter melhores condições de passar força a ele! ❤

    Anne Steuer, mãe do Henrique Nordi (hoje com 5 anos e em casa)

    Anne Steuer, mãe do Henrique Nordi

  • Eu outubro de 2012, meu filho Lucas, com 13 dias de vida, passava por uma cirurgia cardíaca no Hospital Pequeno Príncipe. Já havia passado umas 3 horas que estávamos sentados na porta do centro cirúrgico quando vocês passaram e deram a mim e a minha família alguns momentos de leveza e sorriso diante de uma terrível situação – momentos que serão eternos em nossos corações.

    Graciele Dias do Prado Maria, mãe do Lucas

  • Que trabalho fantástico vocês fazem. Estávamos na hemodiálise, agora meu filho transplantou… E assim mesmo vocês foram visitá-lo na UTI. Ele riu muito! Mesmo com muita dor ele riu! Adoro vocês!

    Maristela Souza, mãe do Juarez, paciente do Hospital Pequeno Príncipe

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